Terça-feira, 30 de Setembro de 2008

Ora Bolachas são Bolachas ...

Certo dia uma moça estava à espera de seu voo na sala de embarque de um aeroporto. Como ela deveria esperar por muitas horas resolveu comprar um livro para matar o tempo. Também comprou um pacote de bolachas.

Então ela achou uma poltrona numa parte reservada do aeroporto para que pudesse descansar e ler em paz. Ao lado dela se sentou um homem.

 

 

Quando ela pegou a primeira bolacha, o homem também pegou uma. Ela se sentiu indignada, mas não disse nada. Ela pensou para si: Mas que "cara de pau, grande lata a dele". Se eu estivesse mal disposta, lhe daria um soco no olho para que ele nunca mais esquecesse. A cada bolacha que ela pegava, o homem também pegava uma. Aquilo a deixava tão indignada que ela não conseguia reagir.
Restava apenas uma bolacha e ela pensou: O que será que o "abusado" vai fazer agora? Então o homem dividiu a bolacha ao meio, deixando a outra metade para ela. Aquilo à deixou irada e bufando de raiva.


Ela pegou o seu livro e as suas coisas e dirigiu-se ao embarque.
Quando sentou confortavelmente em seu assento, para surpresa dela o seu pacote de bolachas estava ainda intacto, dentro de sua bolsa.
Ela sentiu muita vergonha: o homem dividiu os suas bolachas sem se sentir indignado, enquanto que ela tinha ficado muito transtornada.

 

Falcão Sossegado

Publicado por Falcão Sossegado às 19:12

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Domingo, 28 de Setembro de 2008

Como, calo, calo, como / explosões, frontalidade !!!

Às vezes gostava de não ter tanta sensibilidade e sinceridade, gostava de ser um pouco mais rebelde e brusco.

Por vezes ajudava-me. Mas aquilo que mostro de ser refilão, de mandar tudo pelo ar, por dentro não o é. Infelizmente ou felizmente.

Digo o que sinto... se calhar por apreciar demasiado as coisas, há tanta coisa acumulada aqui dentro... a começar por coisas que não posso revelar... e a acabar nestas porcarias que ainda me revoltam mais do que eu já sou. Isto tudo já é demais para mim..
Estava com uma vontade de explodir, de dizer tudo na cara ás pessoas... 
Se não gostavam do que eu estava a dizer era sinal de que havia qualquer coisa dentro de mim, dominado pela consciência que começava a trabalhar (se é que a tinha)!... ou melhor já não a tinha saiu tudo mesmo o que não devia sair... Fui duro, até demais. Eu sei...

Mas olhem... fiquei tão aliviado por deitar cá para fora tudo que... parecia outro, até o coração não pesava tanto, estou farto de comer e calar, sofrer e calar, ver outros sofrer calados... farto.
E mais uma vez vos peço desculpa... se fui demasiado brusco nas palavras.
Mas esta minha alma está a precisar disto tudo. De explosões, de frontalidades, de tudo.. quando é que isto acabará? Sabem, eu também sofro com este meu feitio! Não é fácil, sofro muito com o meu feitio "difícil". Mas que hei-de fazer? Pensam que eu não sofro por ser assim?... e por vezes eu até queria ser outro.

Mas para quê? Para quê?

Ainda assim tenho pessoas que não me aceitam como sou... É demasiado doloroso dizê-lo. É demasiado doloroso saber que há certas pessoas que convivem comigo que falam para mim como doutores muito amigavelmente e depois... depois... enfim... desculpem mais uma vez... mas é mesmo assim como imaginam, acho que não mereço, mas paciência,... vou ter de ser um verdadeiro braço de ferro, mas eu não sou de ferro,... porra!

Como, calo, calo, como... e tudo à minha volta parece gozar com minha cara, parece que me culpa até de ter vindo ao mundo... mas se vim é para cumprir alguma missão, ainda não sei qual, mas começo a ter certezas que vim para ser gozado, cuspido e crucificado por aquilo que penso e que sinto, sempre foi assim... muitas vezes aqueles que eu pensava serem os meus melhores amigos ao confronta-los com os meus sentimentos, eles simplesmente me abandonavam, me ignoravam, e eu nesses momento estava feito num trapo, velho e sujo, que ninguém queria tocar ou simplesmente olhar. Sentia-me pior que um cão vadio sem rumo, sem sonhos... Ainda hoje não sei sonhar, não quero sonhar, tenho medo de sonhar, porque as pessoas não aceitam que um "ser" como eu, que tem poucos estudos, que diga e sinta lá no fundo o que muitos não conseguem exprimir...
Isto um dia acabará?
Quem me dera que fosse o mais depressa possível!
Este episódio acontece em todos os lados.

Se calhar a culpa é minha, não devo estar é adaptado para pessoas que não dizem o que sentem como eu... sim são esses "seres" que convivem comigo dia-a-dia que falam para mim como se fosse um grande amigo e no fim... lá estão eles, mas nem sequer um esforço fazer para eu me levantar da queda que a vida me pregou... cada vez acredito mais nisso.

Mais uma vez vos peço desculpa, vocês não tem culpa da frustração que sinto e que me rói a alma... sinto-me envenenado... sinto-me perdido... é sempre assim quando penso e falo do meu passado, não aguento e fico em estado de choque, deprimido e amargurado...

Mas vou acabar aqui.

Hoje só saem coisas assim muito deprimentes, nem acredito pela primeira vez consegui transpor para um texto todo um sentimento meu, nunca antes o tinha feito, mas é aquilo que sinto e ao qual não posso negar nem esconder, espero que percebam o que me vai na alma e me possam perdoar se vos feri... por isso acabo, na esperança de um dia me poderem ver com outros olhos, e de me poderem ver como um amigo... Aprendi e a partir de hoje ficarei em silêncio sobre certos assuntos, mesmo que os mesmos me afectem pessoalmente, pois devo avaliar e reflectir antes de falar, ou então viver na mentira, na ignorância e na hipocrisia !!!

Sei que será difícil, mas tento perceber o rumo que a minha vida irá tomar, por vezes é difícil esquecer as armadilhas que ela me vem pregando. Quando estou a sofrer, a vida ensina-me e obriga-me a aprender que tudo devo encarar, vem passando sorrateira, com a sua presença matreira!

É assim a minha vida...

 

"Quem acredita que a verdade às vezes pode ferir e então tem de mentir. Não sabe o mal que esta fazendo. Para quem esta dizendo. A verdade dói, mas é a verdade..."

 

 

 "A rosa da profunda amizade não se colhe sem ferir a mão em muitos espinhos da contradição. No abnegar é que está o vencer de muitas resistências invencíveis ao império da vontade..."

 

"Só entende o valor do silêncio quem tem necessidade de se calar para não ferir alguém."

 

 

Falcão Sossegado

Sinto-me: No silêncio da noite...
Publicado por Falcão Sossegado às 04:18

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Quinta-feira, 25 de Setembro de 2008

Perdi-te e (não) te encontrei...

Mais um início de semana...

O despertador tocou, eu ainda ensonado levantei-me da minha cama onde descansei durante umas horitas, o avanço da hora me obrigara a correr, só tive tempo para engolir o pequeno almoço.

Parecia um dia de Inverno em pleno início de Outono ...

A chuva que caía certinha era como se caísse em compassos certos com pausas entre o Lá e o Fá como uma sinfonia muito simétrica, mas era tão límpida e cristalina que me lavava o rosto...

Saí apreçado para o meu trabalho e nem me lembrei de ti, o habito de me lembrar de ti logo pela manhã era sempre especial, mas naquele dia só dei conta do sucedido quando já ía no bus.

Aí pensei ! Que se passa ? Nem me lembrei de ti !

Como é que posso ter-me esquecido ? Onde estás tu ?

Todos os dias te via, te desejava tocar, acariciar, queria-te proteger, porque és diferente de todas as outras !

Mas, e agora... não percebo... Eu perdi-te!!!

Então decidi procurar-te... Olhei para um lado e para outro e novamente para o outro, enfim olhei para todos os lados e não te vi, nas ruas, nos cafés e nos passeios, em todos os locais onde eu paro... E nada... Mas não descansei...

Já no trabalho só pensava em ti... pensava onde estavas, como estavas !

Na hora do almoço senti a tua falta... Tua maneira de ser é especialmente única era como se fosses a minha bola de cristal, teu maciço de poder é único e eu naquele momento senti um vazio dentro de mim. Fiquei transtornado com o meu sentimento, a tristeza me invadiu, meus vasos sanguíneos ficaram à flor da pele, meu coração batia tão rápido que parecia que ía explodir, e eu ali extasiado, bloqueei... parei no tempo !

Onde estás agora ?

Naquele momento, senti um arrepio que de repente... estremeceu todo o meu corpo, dos pés à cabeça. Então procurei lá no fundo do íntimo do meu ser, e perguntei a mim mesmo: Será que isto é somente um sonho ? Eu realmente tinha a perdido e estava perdido ao mesmo tempo, sem saber o que fazer.

Já lá mais para o fim do dia, já no exterior do meu trabalho olhei para o céu cinzento, até ele parecia triste, passo a passo continuei o meu caminho de volta a casa, lentamente seguia eu agora já não tirava os olhos de nada na rua, nos passeios, nas paragens e até no bus.

Sinceramente já não sabia o que fazer, estava acomodado à opção de que te tinha perdido.

De volta a casa, nem vontade tinha para ver as noticias, e jantar... quase que foi como uma obrigação. Foi um dia daqueles que nem vontade de ligar o computador eu tinha, mas também para quê liga-lo... tu não estavas na net à minha espera, e claro que também nem nada nem ninguém me era capaz de dizer onde tu estavas.

Chegou a hora de me deitar e o sono não existia, puxei os lençóis para trás, e peguei na almofada nesse momento havia algo estranho, entre a fronha e a almofada um peso morto fazia com que o meu braço não suporta-se a almofada...

Quase como um calafrio eu gelei e revirei a almofada por momentos tive vontade de a rasgar, mas depois de vagarzinho lá  te mostras-te, lá estavas tu novamente, vieste parar à minha mão.

Afinal dormis-te comigo e estavas em segurança e eu a pensar que te tinha perdido.

Perfeita, única e uniforme... Eras tu mesma. És a minha companheira diária, levo-te para todo o lado. Só tu me compreendes minha querida "ESFERA".

 

Autor:

Eu mesmo...

 

 

 

Um dia, voltarei a este post e explico o porquê da esfera...

 

Falcão Sossegado

Publicado por Falcão Sossegado às 00:41

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Segunda-feira, 22 de Setembro de 2008

Um Sonho de Menino... Chegou ao Fim...

O sonho do menino... Chegou ao Fim...porque estou cansado de ver e sentir situações que me afectam pessoalmente, e para assim poder manter a minha estabilidade emocional, pessoal, familiar e profissional; hoje parti...

 

 

Considero assim que chegou ao fim a minha vida escutista neste Agrupamento, a quem tanto dei e nada recebi, acreditem que esta minha decisão foi tomada após uma longa e cuidadosa reflexão, continuem a dar o vosso melhor por esta causa da educação que dá pelo nome de Escutismo Católico Português.

 

 

Durante catorze anos nesta fraternidade sonhei, cresci, e aprendi; ensinei aos mais novos; mas jamais esquecerei aqueles que a meu lado um dia estiveram e viveram este ideal, e que muitos deles hoje já não fazem parte deste grupo, também sei que aqui muitas amizades fomentei e que jamais esquecerei, mas parto com a tristeza de saber que o escutismo hoje aqui praticado já não é o mesmo que tanto amei, e é com este sentimento de desagrado que vejo a minha partida.

 

Sendo assim o Falcão voará por outras paragens...

Até Sempre...

Uma Forte Canhota

Falcão Sossegado

(Madureira)

 

 

 

Publicado por Falcão Sossegado às 23:59

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Sábado, 6 de Setembro de 2008

Ao telefone...

ELE: Estou?
ELA: Olá...
ELE: Quem é?
ELA: Sou eu, a felicidade iludida.
ELE: O que é que tu queres?
ELA: Dizer que te amo.
ELE: OUTRA VEZ?   Eu já ouvi isso 15 vezes. Nao te cansas?
ELA: Quem ama nao cansa...
ELE: Mas eu canso... Eu não te amo!
ELA: O quê?
ELE: é isso mesmo, eu iludo e por isso me chamo ilusao do amor.

Neste exacto momento uma lagrima corre na minha face...

ELA: Como podes dizer isso?
ELE: Dizendo que não te amo. Não devo nada a ninguem.
ELA: Não deves nada?
ELE: É claro que não?
ELA: Deves sim. O teu amor.
ELE: Que amor?
ELA: Tu fazes-me voar tao alto e agora dizes que não me amas?
ELE: Deves estar a ficar louca!

E as lagrimas insistentemente nao paravam de cair...

ELA: Estou mesmo louca...acreditei em ti!
ELE: Tu sabias que era só amizade, não?
ELA: Claro que não... Dizes-te tantas coisas... E ainda me deste um beijo!
ELE: Um beijo? Aquilo nem foi beijo...
ELA: Não foi? Então o que foi?
ELE: Ok... Foi um beijo sem significado.
ELA: Ah e um beijo sem significado deixa de ser beijo?
ELE: Não.
ELA: Quer dizer, eu não significo nada para ti?
ELE: Significas...
ELA: O quê?
ELE: Uma grande conta de telefone no final do mês. Agora vou desligar.
ELA: NÃO... Por favor!
ELE: Porquê?
ELA: Porque eu te amo...
ELE: Qual o valor que o teu amor me vai dar?
ELA: Felicidade.
ELE: Eu quero coisas materiais...
ELA: Eu vou ser tua...
ELE: Isso não vale... Quanto é que tu vales?
ELA: Porque esta pergunta?
ELE: Se eu enjoar de ti posso-te empenhar?
ELA: O que é que eu fiz para me tratares assim?
ELE: Amar-me! Agora vou desligar!
ELA: NÃO, por favor!!!
ELE: Queres parar com isto? TOU FARTO!
ELA: Não... por favor, não desligues.
ELE: ...
ELA: Fala comigo...
ELE: ...
ELA: Por amor de Deus, diz que me amas!
ELE: OUVE... eu já estou farto de ti. Agora vê se me esqueces.
ELA: Eu prefiro morrer do que te esquecer.
ELE: Ai é? Então mata-te!
(Ele desliga...)

ELA: Não... por favor... Não me faças isto, eu amo-te.

ALGUNS DIAS DEPOIS...

- Do que morreu esta rapariga? - Perguntam
- De intoxicação. - Responde a enfermeira.
- Coitada... ela tinha algum problema? - Perguntam
- Sim, sofria de amor... - Responde a enfermeira.

E então, no dia do funeral o rapaz de que a rapariga gostava apareceu no local prestando a sua ultima homenagem e lançou uma rosa vermelha e disse baixinho:

Amo-te!

Ela lá de cima a ver tudo, respondeu bem alto:

Tarde demais!!!

_________________________________________________________________________

Agora, tem duas escolhas...

1.-Partilhas este momento com os amigos e amigas.
ou então...
2.-Lês, fingindo que não foste tocado por ela!!!

Como podes ver, escolhi a nº1.

Li, por aí e resolvi partilhar convosco!!!

Falcão Sossegado

Publicado por Falcão Sossegado às 18:12

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